Portugal venceu a Roménia por 6-1, em Targu Mures, e somou seis pontos na 2.ª jornada do Grupo 7 do apuramento para o Mundial 2028. No final, Jorge Braz, Afonso Jesus e Tomás Paçó falaram de um jogo em que a bola parada fez a diferença.

Portugal venceu a Roménia por 6-1, em Targu Mures, e somou seis pontos na 2.ª jornada do Grupo 7 do apuramento para o Mundial 2028. No final do jogo, Jorge Braz, Afonso Jesus e Tomás Paçó falaram de uma exibição em que a bola parada fez a diferença.
O treinador: processo antes do resultado
Braz destacou a preparação do jogo e a segunda parte: «tivemos uma personalidade brutal». Sobre a primeira parte, admitiu que não houve tanta fluidez. Para o selecionador, o foco continua no processo: «Ganhar é o que queremos, mas o foco está no processo que nos leva a ganhar».
Afonso: a bola parada como arma
Afonso Jesus sublinhou o trabalho feito nos lances de bola parada, que resultaram em três ou quatro golos. Disse que a seleção «trabalhámos muito» para isso e que os executantes têm qualidade para o repetir.
Paçó: a missão está cumprida
Tomás Paçó fez o balanço: «Dois jogos, duas vitórias, acho que a missão está cumprida». Destacou também o ritmo imposto pela equipa, que não cedeu ao ambiente romeno.
Fonte: FPF
Foto: FPF
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