A Seleção Nacional de Futsal segue a preparação para o arranque da Finalíssima 2026. O fixo Tomás Paçó falou das expectativas na prova e realçou que os detalhes vão fazer a diferença.

A Seleção Nacional de Futsal segue a preparação para o arranque da Finalíssima 2026. O fixo Tomás Paçó falou das expectativas na prova e realçou que os detalhes vão fazer a diferença.
A Equipa das Quinas realizou esta quarta-feira um treino no Complexo Tio Sam, em Niterói, tendo em vista o jogo das meias-finais com a Espanha. A formação orientada por Jorge Braz defronta os espanhóis na sexta-feira, às 18h30 locais (21h30 em Portugal continental), na Arena Niterói. Durante a manhã, a comitiva nacional participou nas habituais atividades media de promoção da prova.
A preparação
Antes do treino, Tomás Paçó fez o ponto da situação: «A preparação está a correr bem como esperávamos, a habituarmo-nos aqui ao fuso horário, adaptarmo-nos também a algumas coisas mais técnicas como a bola e o clima. Estamos a assimilar bem as ideias para o jogo de sexta-feira.»
Sobre a Espanha, foi direto: «O que temos a melhorar é o resultado no final do jogo. Somos duas seleções que já nos conhecemos muito bem, não há muita coisa que vai mudar. Há algumas coisas que temos de fazer diferente e é nisso que estamos a trabalhar para obter outro resultado.»
A renovação do grupo
O fixo, de 26 anos, notou como o grupo mudou: «Foram saindo alguns jogadores, entrando outros. É curioso, tenho 26 anos e sou um dos jogadores mais experientes, quando aqui entrei havia gente muito mais velha que eu. Faz parte desta renovação, temos jovens jogadores espetaculares. Ainda temos muito que crescer, mas temos muito talento e temos um grupo espetacular.»
E recordou o início na Seleção: «Quando cheguei, a mim e ao Zicky disseram-nos que era muito difícil ser campeão do mundo e ser campeão da Europa e nós chegámos e fomos logo campeões. Agora percebo que é muito difícil e há muita coisa que nós temos de melhorar e aprender.»
Os pormenores
Tomás Paçó respeita os adversários: «Temos noção que as outras equipas das outras seleções trabalham muito bem também, têm muita qualidade e nós temos de melhorar todos os dias para poder voltar a tocar no céu.»
E deixou a ideia central: «A responsabilidade é representar Portugal, não se saímos vencedores ou não. Não há favoritos nestas competições, são os pormenores que fazem a diferença. A equipa que errar menos, a equipa que estiver mais concentrada nos dois jogos é a equipa que vai sair daqui com o troféu.»
O torneio
- 6 de novembro, 21h30 em Portugal continental (18h30 locais): Portugal–Espanha, meias-finais.
- 6 de novembro, 21h30 locais (00h30 de dia 7 em Portugal continental): Brasil–Argentina, meias-finais.
- 8 de novembro: final e jogo de atribuição do 3.º e 4.º lugares.
Portugal venceu a Finalíssima Intercontinental de 2022, ao bater a Espanha na final.
Fonte: Federação Portuguesa de Futebol.
Foto: FPF
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