Espanha confirma favoritismo e atropela a Bélgica no fecho do Grupo C



Espanha fechou a fase de grupos com autoridade, ao vencer a Bélgica por 10-3, num jogo que confirmou a diferença de patamar entre as duas seleções e selou as contas do Grupo C.

Com este resultado, os espanhóis terminam com nove pontos em nove possíveis, ataque mais produtivo do grupo e estatuto reforçado para a fase a eliminar. A Bélgica, apesar da pesada derrota, assegura o segundo lugar e será adversária de Portugal nos quartos de final.


A Bélgica até entrou sem medo e procurou discutir o jogo nos primeiros minutos, mas a eficácia espanhola cedo desmontou qualquer equilíbrio.

Adrián Rivera, logo aos 2’, abriu o marcador e deu o tom ao que se seguiria.



A partir daí, a Espanha acelerou com bola, encontrou linhas interiores com facilidade e transformou posse em ocasiões claras.

Raya, com dois golos em menos de 30 segundos, empurrou o jogo para um registo que passou rapidamente do competitivo ao dominado.


Ao intervalo, o marcador já refletia a superioridade espanhola e deixava a Bélgica sem margem de manobra estratégica.


Na segunda parte, a Espanha manteve o mesmo critério:

circulação rápida, ataques posicionais bem definidos e finalização constante, mesmo com o jogo resolvido.


CecilioAdolfoMellado e Pablo Ramírez juntaram-se à lista de marcadores, enquanto a Bélgica foi tentando responder sobretudo através de transições e remates exteriores, com Bachar e Rahou a conseguirem reduzir.

O resultado final de 10-3 traduz não apenas o jogo, mas a diferença de profundidade, qualidade técnica e capacidade de decisão entre as duas seleções.


Leitura do Grupo C

Com o apito final, o cenário ficou fechado:

Espanha: 1.º lugar, 9 pontos, ataque avassalador

Bélgica: 2.º lugar, apurada para os quartos-de-final

Eslovénia e Bielorrússia ficam pelo caminho

A Bélgica segue em frente, mas sai de Liubliana com um aviso claro sobre o nível de exigência que a espera.


Figura do Jogo

Raya (Espanha)

Dois golos em sequência no primeiro tempo, presença constante entre linhas e influência direta no ritmo ofensivo da equipa. Foi o jogador que partiu o jogo quando ainda estava aberto.



O que se segue

A Bélgica terá agora pela frente Portugal nos quartos-de-final, num contexto completamente diferente:

menos espaço, maior exigência defensiva e um adversário que vive do detalhe.


A Espanha, por seu lado, avança como uma das equipas mais sólidas e completas do torneio, confirmando que o estatuto de favorita não é apenas teórico é sustentado em campo e terá a, ao que tudo indica, a Itália como adversária na próxima fase. 



Foto:GettyImagens


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