Kutchy e Diogo Santos sublinham resposta coletiva e maturidade competitiva
Depois da vitória por 6-2 frente à Itália, dois dos protagonistas do encontro deram voz ao que se viveu dentro da quadra: capacidade de sofrer, confiança no coletivo e crescimento ao longo do jogo.
Autor de dois golos, Kutchy reconheceu as dificuldades iniciais, mas destacou a forma como Portugal respondeu ao golo sofrido logo no arranque:
“Sabíamos da dificuldade do jogo e que a Itália é uma seleção muito forte. Começámos a perder, algo que não queríamos, mas graças a Deus conseguimos dar a volta.”
O ala sublinhou que o resultado não se explica por individualidades, mas pela força do grupo:
“Foi fantástico ter contribuído com dois golos, mas não sou só eu que estou de parabéns. Toda a equipa está. Já passou a ansiedade da estreia e agora é deixar vir ao de cima o melhor de Portugal.”
Também Diogo Santos, estreante em fases finais de Europeu e igualmente autor de dois golos, destacou a maturidade emocional da equipa perante a adversidade:
“Temos de estar sempre com a cabeça no jogo e saber sofrer. Sofremos um golo muito cedo, mas não baixámos a cabeça. Confiámos uns nos outros e isso foi fundamental.”
O jovem internacional valorizou o coletivo acima do impacto individual, mesmo numa noite especial:
“Estou feliz pelos meus golos, claro, mas o mais importante foi o trabalho da equipa. Aqui o que conta é o coletivo.”
Já a pensar no que se segue, Diogo Santos deixou um aviso claro sobre o nível da competição:
“Hungria e Polónia também vão criar dificuldades. Todas as equipas neste Europeu são fortes, cada uma com as suas características. Temos de continuar focados no nosso trabalho, porque os próximos jogos não vão ser diferentes.”
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