Cacau regressa à seleção do Cazaquistão: está de volta “a casa”
O futsal internacional viveu esta quinta-feira um regresso de enorme simbolismo: Cacau está novamente no comando técnico da seleção do Cazaquistão. A confirmação chegou poucas horas depois de o treinador brasileiro anunciar a saída da seleção dos Emirados Árabes Unidos, encerrando assim um ciclo para iniciar outro que, de certa forma, nunca deixou de lhe pertencer.
A Federação de Futebol do Cazaquistão oficializou o regresso do técnico de 54 anos, que volta a assumir o cargo para suceder a Kakà. A notícia apenas veio confirmar aquilo que, nos últimos meses, era dado como praticamente certo nos bastidores do futsal mundial.
E não é difícil perceber porquê:
Cacau e o Cazaquistão têm uma ligação histórica, construída entre 2013 e 2018, período em que o treinador elevou a seleção a patamares inéditos — o maior deles, o extraordinário 3.º lugar no Europeu de 2016, disputado na Sérvia.
O impacto de Cacau também se estendeu ao futsal de clubes. À frente do Kairat Almaty, viveu anos dourados, conquistando a Europa com duas UEFA Futsal Cup (atual Champions League), deixando marca como um dos treinadores mais influentes da história recente da modalidade.
O regresso representa não apenas a renovação de um vínculo forte, mas também a esperança de recuperar a identidade competitiva que caracterizou o Cazaquistão nos anos em que Cacau esteve ao comando.