Record Masters Cup | SL Benfica 3-3 FC Barcelona (Benfica vence nas grandes penalidades)

O SL Benfica bateu o FC Barcelona nas grandes penalidades, este sábado, na Record Masters Cup, após um eletrizante empate a três bolas no tempo regulamentar. Num jogo de altíssimo nível, digno do estatuto das duas equipas, foram os encarnados a sair por cima, depois de 40 minutos intensos e de um desempate dramático.
Primeira Parte: Benfica eficaz e em vantagem
A partida começou com intensidade máxima, com André Correia a dar o primeiro sinal de perigo logo aos 3’. O Benfica mostrou-se organizado e com um plano claro: alternar o 1:4:0 com o recurso ao guarda-redes subido. E foi precisamente num lance desse modelo que surgiu o 1-0: André Correia serviu Diego Nunes, que, com frieza, bateu Didac entre as pernas (7’).
Dois minutos depois, Pany Varela, lançado por mais uma jogada coletiva de excelência, apareceu isolado frente a Miquel Feixas e fez o 2-0. O Barcelona acusou o golpe e Javi Rodríguez pediu time-out. Os catalães reagiram, com Adolfo a obrigar André Correia a uma defesa enorme (13’), mas o Benfica poderia ter aumentado a vantagem, primeiro por Silvestre (poste) e depois por Diego Nunes, que desperdiçou de cabeça. Ao intervalo, 2-0 para os encarnados.
Segunda Parte: reação blaugrana e resposta encarnada
Na etapa complementar, o Benfica manteve a toada, com Lúcio Rocha em grande destaque nas iniciativas ofensivas. Contudo, o Barça cresceu no jogo e começou a carregar. André Correia assinou uma série de defesas monumentais perante Martel, Matheus e Gauna.
A resistência encarnada caiu aos 33’, quando Didac, como guarda-redes subido, assistiu Matheus para o 2-1. Pouco depois, Gauna aproveitou uma reposição lateral para empatar (35’). O Benfica tremeu, mas voltou a mostrar carácter: Raúl Moreira recuperou uma bola perdida, combinou com Diego Nunes e este serviu Lúcio Rocha, que devolveu a vantagem às águias (3-2, aos 37’).
Quando parecia que a vitória ficava para o Benfica, o Barcelona, de 5x4, chegou ao empate a 49 segundos do fim, por intermédio de Matheus.
Primeira Parte: Benfica eficaz e em vantagem
A partida começou com intensidade máxima, com André Correia a dar o primeiro sinal de perigo logo aos 3’. O Benfica mostrou-se organizado e com um plano claro: alternar o 1:4:0 com o recurso ao guarda-redes subido. E foi precisamente num lance desse modelo que surgiu o 1-0: André Correia serviu Diego Nunes, que, com frieza, bateu Didac entre as pernas (7’).
Dois minutos depois, Pany Varela, lançado por mais uma jogada coletiva de excelência, apareceu isolado frente a Miquel Feixas e fez o 2-0. O Barcelona acusou o golpe e Javi Rodríguez pediu time-out. Os catalães reagiram, com Adolfo a obrigar André Correia a uma defesa enorme (13’), mas o Benfica poderia ter aumentado a vantagem, primeiro por Silvestre (poste) e depois por Diego Nunes, que desperdiçou de cabeça. Ao intervalo, 2-0 para os encarnados.
Segunda Parte: reação blaugrana e resposta encarnada
Na etapa complementar, o Benfica manteve a toada, com Lúcio Rocha em grande destaque nas iniciativas ofensivas. Contudo, o Barça cresceu no jogo e começou a carregar. André Correia assinou uma série de defesas monumentais perante Martel, Matheus e Gauna.
A resistência encarnada caiu aos 33’, quando Didac, como guarda-redes subido, assistiu Matheus para o 2-1. Pouco depois, Gauna aproveitou uma reposição lateral para empatar (35’). O Benfica tremeu, mas voltou a mostrar carácter: Raúl Moreira recuperou uma bola perdida, combinou com Diego Nunes e este serviu Lúcio Rocha, que devolveu a vantagem às águias (3-2, aos 37’).
Quando parecia que a vitória ficava para o Benfica, o Barcelona, de 5x4, chegou ao empate a 49 segundos do fim, por intermédio de Matheus.
Nas Grandes Penalidades, que apenas servem para determinar o vencedor do torneio, marcaram para o :
Benfica: André Coelho, Arthur, Afonso, Higor e Diego Nunes - marcaram todos
Barcelona: António, Gauna, Martel, Neguinho (falhou)
Resultado final: Benfica 5-3 Barcelona (g.p.)
Protagonistas
André Correia (Benfica): muralha, com sucessivas defesas determinantes.
Diego Nunes e Lúcio Rocha: decisivos nos golos encarnados.
Matheus (Barcelona): autor de dois golos e principal figura catalã.
Conclusão
Foi um jogo que espelhou bem a dimensão europeia de Benfica e Barcelona: intensidade, qualidade tática e emoção até ao último segundo. A equipa de Cassiano Klein foi mais eficaz nas grandes penalidades e assinou uma vitória moralmente importante nesta Record Masters Cup.
Benfica: André Coelho, Arthur, Afonso, Higor e Diego Nunes - marcaram todos
Barcelona: António, Gauna, Martel, Neguinho (falhou)
Resultado final: Benfica 5-3 Barcelona (g.p.)
Protagonistas
André Correia (Benfica): muralha, com sucessivas defesas determinantes.
Diego Nunes e Lúcio Rocha: decisivos nos golos encarnados.
Matheus (Barcelona): autor de dois golos e principal figura catalã.
Conclusão
Foi um jogo que espelhou bem a dimensão europeia de Benfica e Barcelona: intensidade, qualidade tática e emoção até ao último segundo. A equipa de Cassiano Klein foi mais eficaz nas grandes penalidades e assinou uma vitória moralmente importante nesta Record Masters Cup.
foto - Nuno Vasconcelos
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