O futebol não profissional, feminino e de futsal não começará até que haja um protocolo em Espanha



Na reunião convocada para esta segunda-feira, a RFEF em conjunto com as Federações Territoriais de Futebol concordaram por unanimidade em trabalhar com o objetivo necessário de que cada uma delas especifique com as autoridades desportivas e sanitárias da sua Comunidade Autónoma quais são os requisitos essenciais e mínimos para para poder começar o mais cedo possível os concursos que os FFTT devem organizar e que podem começar no momento em que as autoridades regionais os autorizarem. A intenção é que isso aconteça um mês após a aprovação do protocolo.

Exatamente da mesma forma vai proceder nas competições de nível estadual que são de competência dessa Federação. O conjunto das federações desportivas espanholas de desportos colectivos - Basquetebol, Andebol, Hóquei, Futebol, Râguebi, Patinagem, Natação, Voleibol e Basebol, que se reuniram recentemente com o COE - solicitaram uma reunião urgente com as autoridades competentes para o conhecimento do quadro de garantias sanitárias e jurídicas que devem ser aplicadas e exigidas aos participantes nas competições estaduais de sua competência organizacional.

As competições oficiais de todas as modalidades devem começar com urgência nas próximas semanas e por isso é igualmente urgente a existência do “Plano Transversal”, que dá garantias sanitárias e legais suficientes aos atletas federados, clubes e organizadores, e que o referido plano conta com "autorização" dos órgãos públicos competentes na matéria. Isto foi feito para encerrar a Temporada 19/20 e deve ser feito para iniciar a Temporada 20/21, num trabalho leal e construtivo com as diferentes administrações. Um começo que nunca pode ser realizado antes de um mês desde que o protocolo seja definido. 

A RFEF anunciou que prevê convocar nos próximos dias os representantes dos diferentes escalões que participem nas competições profissionalizadas nos órgãos federativos criados para o efeito onde estão representados clubes, jogadores de futebol, árbitros e treinadores para analisar a situação e tirar as conclusões necessárias para a adoção dos acordos pertinentes, como sempre se tem feito e é a norma nesta Federação. Chamada em que nem a Proliga, a Liga Nacional de Futsal e a Associação dos Clubes Femininos estão incluídos.

Dentro deste plano em que a federação está a trabalhar, prevê-se reduzir os segundos grupos B a um máximo de dez equipas e privilegiar a proximidade geográfica. Inicialmente eram cinco grupos de 20 equipas para completar as 100 que existem neste ano na categoria. A Terceira Divisão permanece nas mãos das federações territoriais enquanto se aguarda este protocolo e no futebol feminino o calendário é mantido enquanto se aguarda a aprovação do protocolo. E sempre com essa margem de um mês a partir da aprovação do mesmo e do início da competição. Considerando que a liga feminina ia começar no dia 5 de setembro; no mínimo e sempre no melhor dos cenários, nunca poderia começar antes do final de setembro ou início de outubro. Ambos os grupos da 2ª B estão na mesma situação, agora, dependendo deste protocolo nacional. Nas territoriais, o início do Terceiro estará sujeito ao tempo de concordância dos protocolos com as Comunidades Autónomas.

- Na mesma situação permanece o futsal, pois também tinha a data de 5 de setembro para o início da Primeira Divisão. Uma data agora inviável dado que até então não terá passado um mês desde que este protocolo seja aprovado. O mesmo para a 2ª Divisão que começaria em 19 de setembro.

Assim, neste momento todas as categorias não profissionais dependentes da RFEF estão condicionadas à data de aprovação desse calendário e, a partir daí, deve decorrer um mês para o início das competições.

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